quinta-feira, 25 de novembro de 2010

POLITICAMENTE CORRETO É O ESCAMBAU…

Texto de Roberto Rabat Chame (Jornalista)

O CRAVO NÃO BRIGOU COM A ROSA!

Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto. Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais O cravo brigou com a rosa. A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo – o homem – e a rosa – a mulher – estimula a violência entre os casais. Na nova letra “o cravo encontrou a rosa/ debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada”.

Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha. Será que esses doidos sabem que O cravo brigou com a rosa faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro?

É Villa Lobos, cacete!

Outra música infantil que mudou de letra foi Samba Lelê. Na versão da minha infância o negócio era o seguinte: Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas. A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê. A tia do maternal agora ensina assim: Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/ Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar.

Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia pra febre não passar nunca. Os amigos sabem de quem é Samba Lelê? Villa Lobos de novo. Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: Samba Lelê, de Heitor Villa Lobos e Tia Nilda do Jardim Escola Criança Feliz.

Comunico também que não se pode mais atirar o pau no gato, já que a música desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos. Quem entra na roda dança, nos dias atuais, não pode mais ter sete namorados para se casar com um. Sete namorados é coisa de menina fácil. Ninguém mais é pobre ou rico de marré-de-si, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens.

Dia desses alguém [não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual, Pai Google da Aruanda] foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anos setenta, coisa de viado. Qual é o problema da frase? Ecologia, de fato, era vista como coisa de viado. Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias ou coisa que o valha. Bicha louca, diria o velho.

Vivemos tempos de não me toques que eu magôo. Quer dizer que ninguém mais pode usar a expressão coisa de viado ? Que me desculpem os paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice. O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade, da boa sacanagem. A expressão coisa de viado não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma.

Daqui a pouco só chamaremos o anão – o popular pintor de roda-pé ou leão de chácara de baile infantil – de deficiente vertical . O crioulo – vulgo picolé de asfalto ou bola sete (depende do peso) – só pode ser chamado de afrodescendente. O branquelo – o famoso branco azedo ou Omo total – é um cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente. A mulher feia – aquela que nasceu pelo avesso, a soldado do quinto batalhão de artilharia pesada, também conhecida como o rascunho do mapa do inferno – é apenas a dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade. O gordo – outrora conhecido como rolha de poço, chupeta do Vesúvio, Orca, baleia assassina e bujão – é o cidadão que está fora do peso ideal. O magricela não pode ser chamado de morto de fome, pau de virar tripa e Olívia Palito. O careca não é mais o aeroporto de mosquito, tobogã de piolho e pouca telha.

Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar o Aleijadinho. Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboa tinha necessidades especiais… Não dá. O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.

O recente Estatuto do Torcedor quer, com os olhos gordos na Copa e 2014, disciplinar as manifestações das torcidas de futebol. Ao invés de mandar o juiz pra putaqueopariu e o centroavante pereba tomar no olho do cu, cantaremos nas arquibancadas o allegro da Nona Sinfonia de Beethoven, entremeado pelo coro de Jesus, alegria dos homens, do velho Bach.

Falei em velho Bach e me lembrei de outra. A velhice não existe mais. O sujeito cheio de pelancas, doente, acabado, o famoso pé na cova, aquele que dobrou o Cabo da Boa Esperança, o cliente do seguro funeral, o popular tá mais pra lá do que pra cá, já tem motivos para sorrir na beira da sepultura. A velhice agora é simplesmente a “melhor idade”.

Se Deus quiser morreremos, todos, gozando da mais perfeita saúde. Defuntos? Não. Seremos os inquilinos do condomínio Cidade do pé junto.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

ENEM.

O ENEM virou brincadeira de mau gosto, de má sorte e de mal resultado, estão enganando quem com essa política de programa do domingo à tarde "Passa ou Repassa".

Nesse programa quem merece torta na cara são as autoridades que de forma displicente abandonam nossa juventude não dando o devido respaldo e valor a educação da nossa gente.

O povo precisa cobrar, chega de ser bonzinho, porque o Brasileiro não está sendo bonzinho, mas sim boboca em aceitar tais decisões e erros imperdoáveis.

Tiago Stavarengo.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A competição predatória.

O clima de competição predatória e de individualismo entre a sociedade nos dias de hoje é crescente. O capitalismo se alimenta da competição. Sem esse processo o sistema econômico atual estaria morto. A competição estimula o desempenho e melhora a qualidade dos trabalhos, serviços e produtos. Todavia ,quando é predatória como no mundo atual, ou seja, quando considera as metas a serem atingidas mais importantes do que o processo utilizado para atingi-las, torna-se desumana e destrutiva.

A competição predatória anula os valores altruístas da inteligência, anula a humanidade dos competidores. A necessidade do sucesso e o medo do fracasso são constantemente lobotomizados num sistema educacional falho que discrimina, julga e credencia a inteligência por um sistema de provas e notas que não estimula o pensar e vai desde cedo repreendendo o estimulo ao raciocínio critico.

Crescemos numa sociedade que tende a ser padronizada, de várias formas, pelo consumo, pela forma de pensar, pela forma de criticar e pela forma de raciocinar é como se fossemos treinados dentro de um modelo padrão. Nesse modelo fechado somos estimulados a competir por tudo e essa competição tende cada dia mais a ser uma competição fria e racional, onde o emocional é desprezado. As conseqüências? O acelerado crescimento de depressão que caminha na mesma velocidade da evolução social.

A busca incondicional do ser humano por ser o número um é a tendência atual, em muitas situações nem sabemos bem o que buscamos, anulamos nosso emocional, nossa intuição e simplesmente, como robôs, tomamos decisões baseadas em um suposto “padrão” que nos leva a traçar planos e metas que não necessariamente representem nossa identidade, mas sim o que a sociedade apresenta como a nossa felicidade.

O que se vê é uma comunidade social descaracterizada de personalidade, cada dia mais infeliz no seu interior onde nunca se foi tão útil o uso de mascaras sociais que nos ajudem a demonstrar uma felicidade artificial, ou mesmo a compra dessa felicidade o verdadeiro catalisador do sistema capitalista que através de um consumo superficial e acelerado nos da uma falsa sensação de êxtase transitória.

Pela falta de estímulo ao raciocínio critico, ao pensar , estamos desestimulados a buscar o que realmente nos faça sentir bem. Sempre estamos em busca dos padrões colocados pela sociedade. Construindo uma personalidade vinculada a um perfil de tendência que nos leva a perda do nosso individual e de uma busca pelo auto conhecimento em pró de uma arena predatória que estamos condicionados a estar e sobreviver.

"Guilherme Guerato"

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O Estado é laico. Mas também não é Ateu!

Segundo o Michaelis:

laico
lai.co
adj (gr laïkós) 1 V leigo. 2 Secular, por oposição a eclesiástico: Ensino laico.

E o que é eclesiástico? Segundo o mesmo dicionário:

eclesiástico
e.cle.si.ás.ti.co
adj (gr ekklesiastikós) Relativo ou pertencente à Igreja ou ao clero. sm 1 Sacerdote, padre, clérigo. 2 Bíblia Um dos livros deuterocanônicos do Antigo Testamento.

Então Estado Laico significa, ao pé da letra, que o Estado não pertence à Igreja. Mas isso quer dizer tão somente que o Poder Executivo do país não é subordinado à Igreja, ou seja: a Igreja não decide o que o governo deve fazer.

A grande polêmica do segundo turno últimas eleições gerais, foi a orientação direta clara e indiscutível, pela Igreja, tanto católica quanto protestante, para que seus membros não votassem em candidatos que apoiem o aborto ou a eutanásia. Choveram críticas por parte da imprensa, sobretudo empresas de mídia que usufruem das benéficies do governo federal, mas também pela imensa maioria dos que se auto-intitulam intelectuais formadores de opinião.

Mas se analisarmos por qualquer ângulo a questão do aborto, veremos que a descriminação defendida e amplamente divulgada, na forma do famigerado Plano Nacional de Desenvolvimento Humano 3, vulgo PNDH3, coordenado pela Casa Civil durante a gestão de Dilma Rousseff, fere profundamente a questão dos direitos humanos. Há não ser que não se considere um feto em saudável gestação um ser humano.

E é aí que está: a questão independe do credo. Trata-se de uma vida. E quem planeja e executa o ceifar de uma vida, deve ser considerado um criminoso. Ou qual a diferença entre se matar um adulto ou um feto?

Sou radicalmente contra o aborto e a pena de morte. Mesmo no caso de estupros. Discordo até da lei, de 1940, que prevê que o aborto seja autorizado neste casos. Quem pode determinar com precisão a índole, o caráter, o sucesso ou fracasso como cidadão de uma pessoa antes dela nascer? Não tenho o direito de optar se alguém deve viver ou morrer. Isso fere frontalmente os direitos humanos, na mesma proporção que um criminoso que mata ou estupra. Na verdade, ao apoiar estas causas, me torno também cúmplice de crime. Deveria então receber o mesmo tratamento de um assassino ou estuprador?

É claro que praticar um estupro é um ato hediondo e que o indivíduo que o comete deve perder o direito de conviver em sociedade exatamente por não respeitar direitos humanos.

Compreendo também a dor das mães involuntárias que engravidaram vítimas de estupro. Sou solidário a elas e concordo que deve ser quase impossível amar e conviver com o fruto de um ato tão terrível.

E qual o papel do Estado então? Na minha visão, o Estado é o responsável por incentivar a manutenção da gravidez, prover todas as condições para que a mãe seja totalmente assistida durante a gestação e no parto e então, caso a mãe realmente não queira ou não tenha condições de ficar com a criança, que ela seja encaminhada para uma instituição do governo, igreja ou movimento social que a acolha e a direcione para a adoção. Se há um indivíduo que não tem nenhuma culpa é exatamente a criança.

A lei de 1940 estabelecia que no caso de estupro, o aborto seria autorizado, desde que comprovado a partir de um Boletim de Ocorrência. Mas ao invés disso, o que propõe o PNDH3? Que a mãe, a qualquer tempo durante a gravidez, independente de ter praticado o ato sexual contra a sua vontade, tem o direito de optar se deve ou não dar a luz à criança, e que o governo deve, através do SUS, proporcionar os meios necessários para que ela atinja o seu objetivo de forma que não corra risco de morte, e sem que ela seja responsabilizada criminalmente pelo seu ato. Na verdade, o governo do PT já conseguiu abolir a obrigatoriedade do Boletim de Ocorrência, bastando que a vítima (ou nem tanto) declare que manteve relações sexuais contra a sua vontade.

Então pronto! Desta forma os problemas da mulher estão quase todos resolvidos. Mas, pensando por outro lado, a mesma justiça que quer proporcionar à mulher o direito de optar, mesmo caso tenha engravidado mantendo relações por sua livre concordância e desejo, pune o homem, que não tem o direito de escolher se quer ser pai ou não, e que deverá responder judicialmente pelo mesmo ato. É no mínimo incoerência “perdoar” a mulher e eximí-la da responsabilidade e consequências de um ato praticado espontaneamente e obrigar um homem a sustentar um filho que também não desejou ter e que, no entanto, a partir de exames de DNA se torna réu. E eu que pensava que homens e mulheres devem ter direitos iguais!

Como podemos observar, a posição da Igreja é, tomando-se como base os direitos humanos, mais justa! Ninguém tem direito de optar se deve ou não ter o filho. Tanto a mulher quanto o homem, tem que responder pelos seus atos. A Igreja é formada por cidadãos como quaisquer outros, que pagam impostos, e tem o direito de votar, de acordo com os valores que consideram importantes. E também tem o mesmo direito de escolher se preferem que seus impostos sejam usados para ceifar ou sustentar vidas.

O mais interessante é, que quando quando líderes Cristãos como o Papa ou pastores protestantes buscam conscientizar e orientar os fiéis sobre os valores que fundamentam as diretrizes da Igreja e elas são contrárias ao que o PT quer aprovar, a imprensa, que deveria ser o fiel da balança e os pseudo-intelectuais, invariavelmente ateus, fazem um estardalhaço preconceituoso, dizendo que a Igreja não deve se meter em política, rotulando os cristãos de reacionários (como eles gostam desta palavrinha, não é?) ignorantes e alienados. Mas não reclamam quando líderes religiosos(?) como Edir Macedo se posicionam em favor de seus interesses, transformando o púlpito de sua organização religiosa(?), para literalmente satanizar quem não concorda com eles. Isso parece-me, no mínimo, falta de bom senso, pra não dizer falta de caráter. É por isso que ainda gosto de discutir política com petistas. Eles não tem mais ideologias. O silêncio deles diante de fatos são mais reveladores do que o barulho produzido por militantes com cargos comissionados espalhados por todo o Brasil. Associaram-se a tudo o que combateram durante os anos em que eram oposição, como Sarney, Collor, Renan Calheiros, Jader Barbalho, Edir Macedo (que já chamou Lula de demônio). Perderam com isso o direito a alguma argumentação ideológica.

E por que todo este questionamento ocorreu somente no segundo turno? Teria sido um golpe da oposição para frustrar os planos sociais do PT? Absolutamente não. A discussão veio à tona após o resultado do primeiro turno que mostrou que o PT e seus aliados são maioria tanto o congresso nacional quanto no senado, o que permite ao governo aprovar ABSOLUTAMENTE TUDO QUE DESEJAR. E a Igreja não poderia assistir a isso sem se posicionar e lutar pelo que acredita ser o certo.

Concluindo: anseio pelo dia em que os que forem escolhidos pelo povo percebam que nós, os cristãos, somos muitos, que estamos unidos e que devem governar para todos, não só para os ateus.

Em tempo: Alienado? Eu? Fala sério!

"http://shurangles.wordpress.com/2010/11/04/sobre-o-aborto-o-estado-e-laico-mas-tambem-nao-e-ateu/"

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O que é um Guerreiro? Para José Serra!

Um Guerreiro é aquele que traz, em sua alma, a vontade de servir à humanidade, em sua mente, a sabedoria de suas lutas, em sua índole, a honra da justiça e, em seu coração, o amor para realizar sua árdua missão.

Sua primeira grande batalha é contra si mesmo, para que sua vitória esteja em superar seu egoísmo e sua vaidade. Suas lutas interiores é que fazem dele uma Grande Alma.

Outra grande batalha é superar a incompreensão que lhe cerca e a solidão. Mas, ele segue sua jornada, acreditando.

Ao guerreiro é primordial oferecer o que tem de melhor ao mundo, associando suas artes e habilidades a grandes projetos, tentando fazer de seus atos um presente que entrega a todos, sem que ninguém peça, não esperando elogios ou agradecimentos, mas apenas ver brotarem frutos.

Os atos têm poder. Em vez de guardar saberes, o guerreiro faz uso deles para se posicionar diante do mundo. Ele tem em mente a postura do exemplo e, ao falar, não está interessado em transmitir apenas ideias e informações - cada palavra pode ser um golpe – de ataque ou de sedução, de violência ou de carinho.

Para o guerreiro, estar disponível é sinal de compaixão e de liberdade, pois sabe que qualquer prática, espiritual ou não, só faz sentido se aumenta nossa liberdade diante das configurações do mundo, das imposições dos outros e, principalmente, diante de nossos condicionamentos e hábitos - porque sabe que somos a liberdade da qual tudo brota.

O guerreiro sabe que cada luta pode ser sua última batalha e treina para que, em qualquer situação, sempre haja saídas e caminhos alternativos, para ele e para os outros. Por isso, aceita a responsabilidade de seus atos, mesmo os mais triviais. A arte do guerreiro é saber equilibrar o terror de ser um homem com a maravilha de ser um homem.

“Quando não se tem a coragem de viver como se pensa, acaba-se por pensar como se vive” (Victória O. campo).

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Acaba esta eleição e começa a Oposição!

Bom dia amigos e amigas.
Tristemente venho informar o que todos já sabem a vitória de Dilma, mas fico pensando, vitória da Dilma ou derrota do Serra? Ou derrota da oposição?
Para mim, perdemos porque pecamos, pecamos em não sermos oposição da forma que deveríamos ser em todos estes oito anos que se passaram, resumindo, não fomos oposição nem nas primeiras semanas desta eleição, ou ninguém se lembra de que tivemos Lula em nossa campanha eleitoral de TV?
A derrota nos cai bem, ficamos com menos estados, mas vencemos nos maiores e com grande desenvoltura política, ficamos com menos cadeiras no senado e na câmara, mas os que foram eleitos digo com toda certeza, vão ser realmente oposição.
Espero que Aécio Neves possa ser líder no senado, tenho total certeza de que Geraldo Alckmin e Beto Richa serão grandes opositores e farão governos de avanço, crescimento e é claro, oposição.
Minhas palavras são claras, poucas, mas resumem o que acho que pecamos, e que nunca mais poderemos pecar.
Ninguém vence um jogo na defesa, ninguém conquista votos sem ataques, não pessoais, mas de governo x governo, realmente, esconder nosso querido presidente FHC é outro erro imperdoável.
Saudações Tucanas.

Tiago Stavarengo.
Militante PSDB