sexta-feira, 25 de maio de 2012

Os lobos em pele de cordeiro

Nos contos infantis, a figura do lobo é retratada como um ser, caçador por natureza, e astuto, melhor, muito astuto; poucas não são às vezes em que ele se veste como uma vovozinha acolhedora, amável e atenta, ou pede com educação para que lhe abram as portas de suas casas, mas, logo essa figura incorporada pelo lobo, como em um teatro, onde ele até então faz o papel do bem, se transforma para dar vida a suas verdadeiras intenções, que são, enganar, roubar, obter vantagens e até, por vezes, matar. Na política não é diferente, agora as vésperas das eleições para vereadores e prefeitos surgem seres de suas tocas, cavernas, ou sei lá aonde, para a “salvação” dos cidadãos, que muitas vezes em vão e por necessidades irão acreditar em todas as suas promessas e “capacidades”. As promessas e os meios para “aparecerem” para o eleitorado são diversos; inauguração, demolição, implosão, radio, televisão e/ou internet, o fato é que não estamos julgando as atitudes e idéias, que por sinal podem ser boas e utilizáveis, mas fica a pergunta, por que só agora? Nós o povo não precisamos de oportunistas alienados, lobos, mas sim de pessoas voltadas para “fazer o bem sem ver a quem”, melhor, fazer o bem para o povo e sem nenhuma promoção pessoal. E desde já lhes dou a dica, estes que aparecem de eleição em eleição e no tempo vago entre uma e outra se tornam invisíveis para a sociedade, sociopatas por natureza, são piores que o lobo, que por instinto, caça apenas para saciar sua fome. Que quando os lobos rondarem nossas portas já saibamos que seus dentes são para ludibriar, enganar; que suas garras são para desviar as verbas publicas para seus bolsos e que seus olhos, bem grandes, são para saciar suas ganâncias e escolherem suas vitimas, os eleitores. Vamos nos preparar, pois eles vêm com fome! Um grande abraço e boa sorte! Tiago Stavarengo.

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